8 de fev. de 2009


uma vida vazia. é tudo o que eu me esforço para não ter. fica difícil estando solteira, mas enfim... entre algumas vodkas e baladas rock'n'roll eu vou levando.

é engraçado o que acontece na vida da gente: quando se está casado, oportunidades não faltam para que você traia. como mandam bons costumes e moral, a gente deixa para lá.

aí você se separa. vai para o mundo. conhece pessoas e logo de cara uma te atrai. é recíproco. mas logo depois vêm as desculpas, o cara diz que quer ficar sozinho, curtir a vida, ser seu amigo... sair just for fun. e como não poderia deixar de ser, você se apaixona.

faz de tudo para esquecer. afinal como diz o veríssimo, um romance cujo fim é instantâneo não é romance.

vai pra balada... again. conhece um cara. ficam conversando a noite inteira até ele mandar essa: - tô aqui sozinho, pois, minha namorada trabalha no bar... mas, se ela não estivesse aqui eu te beijava. .*/ que bad trip.

aí você se pergunta se a vida não é mesmo vazia, estando sozinha ou acompanhada... não. isso é um sinal de que algo deve estar muito errado.

de repente cai a ficha de que seu maior problema é não viver um dia de cada vez. é a MALDITA ANSIEDADE e o maldito quase...

quase deu certo. quase não deu.

concluo que a vida é muito boa para perdermos um minuto sequer. existe uma palavra preciosa que se chama MOMENTO.

um momento é quase um sopro de vento. efêmero e muitas vezes capaz de parar tudo ao nosso redor. é isso que importa: cada momento que vivemos. sejam bons ou ruins, eles passarão. como um sopro de vento.

então, o que nos resta é aproveitar cada segundo e em cada um deles fazer a única coisa que de fato vale a pena: SER FELIZ.

carpe diem.
=)